A Gestão do Modelo MAPI segue os mesmos padrões dos principais modelos de qualidade de software e de teste de software, tais como, MPT.Br, MPS.Br, SQMMI dentre outros.
O Comitê Gestor é a autoridade máxima do MAPI, encarregado de garantir a sustentação operacional, institucional e financeira do programa. Composto por três membros. Suas decisões abrangem planejamento, execução, verificação e correções do programa, considerando aspectos políticos, institucionais, operacionais, técnicos, administrativos e financeiros.
O MAPI apoia e mantém uma comunidade aberta que troca ideias, sugestões e permite que o modelo seja aberto e evolua de acordo com as necessidades do mercado e as dificuldades das empresas e profissionais que implementam e avaliam o modelo.
A estratégia de organizar o modelo na forma de capítulos visa descentralizar as ações de divulgação e treinamentos permitindo que comunidades surjam e cresçam, ampliando a área de atuação do MAPI levando-o a todos os estados do país ou para outros países.
Esse arranjo é o braço comercial e organizacional da gestão do MAPI. As empresas e seus consultores são responsáveis pela implementação e avaliação do MAPI junto às empresas. Eles são responsáveis pela sua prospecção, comercialização, fechamento de contrato, faturamento, recebimento, realização da consultoria e envio de toda documentação exigida de registro de validação da avaliação.
O Conselho Técnico responde pela coordenação técnica do modelo MAPI. Suas responsabilidades específicas são: Aprimorar continuamente o modelo MAPI e seus Guias específicos; Validar as avaliações efetuadas; Emitir parecer que subsidie decisão do Comitê Gestor sobre o credenciamento de Instituições Implementadoras do MAPI e Instituições Avaliadoras; Monitorar os resultados das Instituições Implementadoras e Instituições Avaliadoras, emitindo parecer propondo ao Comitê Gestor o seu descredenciamento no caso de comprometimento da credibilidade do Modelo MAPI; Promover auditorias em avaliações já concluídas quando julgar necessário.